dezembro 2012

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A Escola Dom Pedro I, para finalizar em grande estilo suas atividades do ano letivo de 2012, iniciou hoje os jogos interno da escola, com a particpação dos alunos do ensino fundamental e médio, os jogos vão contar com diversas modalidades como: Futebol,corrida,cabo de guerra,voleibol, será três dias de competição, segunda ,Terça e quarta a grande final, onde conheceremos as turmas vencedoras.Temos as equipes do fundamental ,Branca, Laranja, Lilás, Azul, verde  e do médio preta,rosa,amarela.Cada equipe participará de todas as modalidades de acordo com o sorteio feito, e no sábado todos estão convidados para a colação de grau da turma do 9º ano de 2012.

Concentração.

 

 

Abertura do encontroPremiação.

Aconteceu no período de 10,11 e 12 de Dezembro a XII Teia Cabocla com o tema: Juventude Território e Meio Ambiente, foi um encontro que reuniu  jovens dos três rios Tapajós, Arapiuns e Amazonas , e também contou com a presença de jovens de Santarém e Juruti o encontro foi realizado em Santarém no Centro de Formação Emaús,  estiveram presentes também os conselheiros da TAPAJOARA, a associação das comunidades da Reserva Extrativista Tapajós/ Arapiuns. No encontro foi realizado o lançamento da cartilha PRAZER EM CONHECER, que demostra as várias características das comunidades ribeirinhas

No encontro as comunidades foram premiadas nas categorias de Rádio ,Jornal ,Arte mural ,Blog. Essa premiação foi uma das propostas  da Teia Cabocla que aconteceu em Setembro em Vila Franca, cada comunidade tinha que levar uma produção relacionados a cultura local nessas categorias, os vencedores seriam premiados e tudo isso aconteceu como estava previsto as comunidades produziram seus  vídeos ,reportagens e desenhos ,criaram músicas e foram avaliadas por categoria e premiadas , essa premiação foi uma forma de incentivar as comunidades a continuarem a desenvolver os trabalho nas comunidades.

Também foram discutidos nesse encontro o que queremos? Como continuar balançando a nossa rede mocoronga,  e todos os grupos falaram sua visão de futuro para que a rede mocoronga possa continuar fortalecida.Tivemos também o circo mocorongo, que contou com a apresentação de pessoas das próprias comunidade mostrando suas músicas, teatro, e para finalizar no dia 11 depois da grande premiação das comunidades vencedoras do concurso tivemos o Baile de comemoração em que todos se divertiram bastante e comemoraram a premiação.

 

urucurm PALMEIRA QUE É RETIRADO A GUIA PARA FAZER ARTESANATO RESERVA TERRA PRETA

Para fazer o retrato da nossa comunidade e mostrar a História de Urucureá entrevistamos dois moradores mais antigos da nossa comunidade que foram:  Alvina Ferreira de 88 anos e o professor Valdemar de 55 anos de idade e juntando as entrevistas conseguirmos chegar ao historico da comunidade que dis assim:

HISTÓRICO DA COMUNIDADE DE URUCUREÁ

Ocupação Indígena

Em meados do século XIX, habitava em uma área da atual comunidade, uma tribo indígena denominado Patachós que trabalhava plantação e colheita de urucum, de milho e mandiocas. Alimentavam-se da própria agricultura, da caça e da pesca que praticavam nos rios Arapiuns e no rio Amazonas, tendo como ponto de referencia no Arapiuns uma cabeceira onde havia um igapó, lugar adequado para abrigar botes, caniços arcos e flechas. No rio Amazonas, o ponto referencial fora a enseada que os índios deram o nome de “Patacho” que também servira de abrigo para os apetrechos da pesca e da caça.

Após várias décadas residindo nesse lugar os indígenas abandonaram a área de trabalho e emigraram para outras regiões em busca de algo melhor por exemplo: terra abundantes e férteis que oferecessem boas colheitas. A habitação dos nativos foram comprovadas através da observação de pessoas que chegaram mais tarde a comunidade com intuito de fixar residencias. Os novos habitantes encontraram vestígios de muitos artefatos fabricados pelos retirantes nativos, a essa área habitada pelos índios, os novos residentes deram o nome da terra preta por ser terra fértil e própria para a agricultura. Vale salientar que a nova habitação ocorreu aproximadamente nas últimas décadas do século XIX.

História de ocupação

As primeiras famílias a chegarem à comunidade foram: da senhora Ami, Maria, Aninha, Delu, Didi, Oliveira e José Francisco Nordestino. Com o passar dos tempos as famílias observaram que existiam coisas admiráveis por exemplo: um grande igapó com grande diversidade de peixes, pássaros, mamíferos e insetos.

Origem do nome

Entre essas espécies havia um tipo de pássaro que os habitantes chamaram “Urucureá”, por serem de porte avantajados e seu canto muito forte que parecia um coral sinfônico, bem organizado. Era uma espécie de Coruja. A partir de então, o nome da comunidade passou a se chamar “URUCUREÁ” baseando se nessa origem, foi que o cantor e compositor da comunidade, Antônio Ferreira Rodrigues desenvolver com muita propriedade em uma de suas músicas sobre a célebre história de URUCUREÁ assim:

“Será de coruja ?

Ou de urucum. Seilá !

Eu só sei que o nome do meu paraíso é Urucureá”

dessa forma foi possível compreender que com a contribuição dos indígenas, as primeiras famílias e as demais tornou-se viável resgatar o memorial de nossa comunidade.

 

 

Seguindo a projeto Vaga Lume na Família , estaremos encerrando  neste sábado dia 01 ,em grande estilo com uma grande noite Cultural, com diversas apresentações ,os alunos  da escola Dom Pedro I ,estiveram ontem dia 30, ensaiando várias apresentações como , O Carimbo , Roda de Capoeira, Dança, Música,  para se apresentarem hoje a noite para a comunidade .

No decorrer da noite cultural também serão apresentadas os resultados das etapas do projeto como: Mediação de Leitura nas Famílias; Sessão de Vídeo para as crianças; Confecção de livros artesanais; pintura das crianças. Essa noite cultural tem como objetivo a socialização dos resultados do projeto e lembrar que esse projeto  tem como Tema principal  “Estabelecendo Pontes entre a Biblioteca e a Comunidade”.