Urucureá

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As artesãs do grupo TucumArte, nessa semana concluíram e enviaram mais uma encomenda para serem expostas na galeria amazônica de Manaus, nessa encomenda foram confeccionados belíssimos Sousplat  Amazônico e Descansos de Panela.  O grupo adquiriu essa tradição de seus antepassados, uma cultura que foi sendo repassada de geração a geração e que hoje ainda continua, as peças são confeccionadas da guia do Tucumãzeiro, uma planta nativa da Amazônia. As peças são todas feitas e coloridas com pigmentos da própria natureza, um diferencial no trabalho que elas realizam na comunidade.

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Olô galera da Rede Mocoronga!

Estou aqui para contar como foi a minha participação, juntamente com Eugenio Scannavino, Fabio Pena e Elise Mayara, no programa Esquenta da Rede Globo.

A gravação foi no Projac, Rio de Janeiro, em 07 de agosto de 2013. Mostramos no Programa Esquenta como é que nós fazemos comunicação através das rádios comunitarias nas nossas comunidades.

O Fabio, que é coordenador da Rede Mocoronga, falou por que é que quem nasce aqui em Santarém é considerado mocorongo.

O Eugenio falou sobre o começo do Projeto Saúde e Alegria nos três rios: Tapajos, Arapiuns e Amazonas. Falou também sobre a atuação do barco hospital Abaré que atende as pessoas das comunidades ribeirinhas.

Quero convidar então todas as comunidades ribeirinhas para assistirem o programa Esquenta neste domingo 01 de setembro às 14:15.

Vejo vocês do outro lado da tela.

 

urucurm PALMEIRA QUE É RETIRADO A GUIA PARA FAZER ARTESANATO RESERVA TERRA PRETA

Para fazer o retrato da nossa comunidade e mostrar a História de Urucureá entrevistamos dois moradores mais antigos da nossa comunidade que foram:  Alvina Ferreira de 88 anos e o professor Valdemar de 55 anos de idade e juntando as entrevistas conseguirmos chegar ao historico da comunidade que dis assim:

HISTÓRICO DA COMUNIDADE DE URUCUREÁ

Ocupação Indígena

Em meados do século XIX, habitava em uma área da atual comunidade, uma tribo indígena denominado Patachós que trabalhava plantação e colheita de urucum, de milho e mandiocas. Alimentavam-se da própria agricultura, da caça e da pesca que praticavam nos rios Arapiuns e no rio Amazonas, tendo como ponto de referencia no Arapiuns uma cabeceira onde havia um igapó, lugar adequado para abrigar botes, caniços arcos e flechas. No rio Amazonas, o ponto referencial fora a enseada que os índios deram o nome de “Patacho” que também servira de abrigo para os apetrechos da pesca e da caça.

Após várias décadas residindo nesse lugar os indígenas abandonaram a área de trabalho e emigraram para outras regiões em busca de algo melhor por exemplo: terra abundantes e férteis que oferecessem boas colheitas. A habitação dos nativos foram comprovadas através da observação de pessoas que chegaram mais tarde a comunidade com intuito de fixar residencias. Os novos habitantes encontraram vestígios de muitos artefatos fabricados pelos retirantes nativos, a essa área habitada pelos índios, os novos residentes deram o nome da terra preta por ser terra fértil e própria para a agricultura. Vale salientar que a nova habitação ocorreu aproximadamente nas últimas décadas do século XIX.

História de ocupação

As primeiras famílias a chegarem à comunidade foram: da senhora Ami, Maria, Aninha, Delu, Didi, Oliveira e José Francisco Nordestino. Com o passar dos tempos as famílias observaram que existiam coisas admiráveis por exemplo: um grande igapó com grande diversidade de peixes, pássaros, mamíferos e insetos.

Origem do nome

Entre essas espécies havia um tipo de pássaro que os habitantes chamaram “Urucureá”, por serem de porte avantajados e seu canto muito forte que parecia um coral sinfônico, bem organizado. Era uma espécie de Coruja. A partir de então, o nome da comunidade passou a se chamar “URUCUREÁ” baseando se nessa origem, foi que o cantor e compositor da comunidade, Antônio Ferreira Rodrigues desenvolver com muita propriedade em uma de suas músicas sobre a célebre história de URUCUREÁ assim:

“Será de coruja ?

Ou de urucum. Seilá !

Eu só sei que o nome do meu paraíso é Urucureá”

dessa forma foi possível compreender que com a contribuição dos indígenas, as primeiras famílias e as demais tornou-se viável resgatar o memorial de nossa comunidade.

A Escola Dom Pedro I, juntamente com os Voluntários da Biblioteca Vaga Lume estiveram reunidos neste dia 17/11/2012 na área da escola para a  apresentação projeto voltado para leitura com o tema “Vaga lume na Família ” fazendo ponte entre a família e a comunidade. Atualmente na escola temos 12 voluntários :

Zulair Tapajós, Álvaro Tapajós, Rosemara Castro, Tiago Silva, Herika Luciane, Henrick Fonseca, Joceli, Josiane, Roberto, Roberta, Manuelly e Matheus. Esse projeto teve inicio hoje e vai ser executado ao longo desses dois meses sendo finalizado no dia 01 de Dezembro.Nesse dia teremos várias atividades e ao longo da execução do projeto vai ter visitas nas famílias onde os voluntários estarão fazendo mediação de leituras para os comunitários.No dia 01 será finalizado com várias atividades como confecção de livros artesanais, contação de histórias, show de calouros e várias outras apresentações.

foto da oficina

Participantes da Oficina

Aconteceu de 26 a 27 de outubro de 2012 uma oficina de informática no Telecentro Cultural de Urucureá rio Arapiuns.  Participaram jovens do GRUJOU, professores e alunos da Escola Dom PEDRO I e artesãs do grupo TUCUMARTE.  o objetivo dessa oficina foi capacitar esses jovens para serem os futuros monitores do Telecentro, os instrutores da oficina foram, Tarcísio e Aldery, do projeto PURAQUÉ, parceiros do Projeto Saúde & Alegria e eles ensinaram como  manusear as máquinas e também conhecer os programas, do Linux. Segundo os participantes, que tiveram a segunda oportunidade de uma capacitação, sobre informática foi um momento para tirar as dúvidas que ainda tinham principalmente em operar o sistema operacional Linux Ubuntu 12.4.